segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Tomar, cidade dos Tempários


Convento de S. Francisco



O Convento de São Francisco é um edifício maneirista construído em torno de dois claustros.

Em meados do século XVII substituiu a capela de Nossa Senhora dos Anjos. Acolheu a comunidade da então extinta casa de Santa Cita.

Templo do século XVII (1625-1660), característico da Arquitectura Chã. A fachada destaca o maneirismo do portal e do frontispício.

No interior, de uma só nave coberta a grande altura por uma abóbada de berço, realçam-se as esculturas de um raríssimo Calvário e as quatro representações pictóricas da Vida da Virgem.

Na primeira capela do lado do Evangelho sobressai a imagem de Santa Iria, padroeira da cidade de Tomar.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Tomar, cidade dos Templários

A Ponte Velha ou Ponte de D.Manuel é de origem romana, localiza-se junto à Igreja e Convento de Santa Iria e é um dos acessos ao centro histórico da cidade de Tomar.
A Ponte de D. Manuel foi sujeita a várias obras de recuperação, a primeira no ano de 1480, depois em 1550 devido ás cheias, D. João V em 1710 mandou construir guardas e por fim, já no século XX voltou a sofrer obras de restauro.

Tomar, cidade dos Templários



Roda do Mouchão
A Roda do Mouchão é composta de alcatruzes de barro com capacidade de cinco litros cada. Diz-se que a capacidade de movimentação de água desta Roda é de 750 hectolitros por hora.
A Roda do Mouchão foi construída por decisão camarária no ano de 1976. Esta Roda contém um minucioso trabalho de carpintaria e é constituída por madeira de pinho e de carvalho e dela fazem parte diversas peças com nomes técnicos como “eixo”, “os braços”, “o fecho-real”, “os contra-fechos”, “a grade”, “a boneca”, “os travessões das grades”, “os raios”, “os travessões dos raios”, “as penas”, “as cintas”, “palmetas dos raios”, “tornos” e os “alcatruzes”, estes últimos são feitos de barro e têm uma capacidade de cinco litros cada. A água que faz rodar esta Roda, provêm de sete principais açudes, três ficam na zona nascente da cidade, dois a jusante e outros dois dentro da cidade.

Tomar, cidade dos Templários

Tomar, cidade dos Templários

O rio Nabão é um rio português afluente do rio Zêzere que passa na cidade de Tomar. Nasce em Ansião, no lugar dos Olhos de Água, e a ele junta-se, a cerca de dez quilómetros de Tomar, a nascente do Agroal. O Rio Nabão desagua na margem direita do Rio Zêzere, depois de um percurso de 66 km.
Ao longo do seu curso tem como afluentes: ribeira da Quebrada, ribeira de Caxarias, Ribeira de Seiça...
Ao rio Nabão anda associada a lenda de Santa Irene (ou Santa Iria).
seu nome romano era Nabanus. Na Idade Média era conhecido também como Tomar ou Thomar e na parte superior era Tomarel. Documentos do século XII atribuídos ao Bispo de Lisboa, D. Gilberto, referem-se a um "Portus de Thomar", na definição dos limites territoriais do Castelo de Cera. Do contexto compreende-se que esta referência corresponde a uma travessia (Portus) de um curso de água, situada provavelmente entre Formigais e Rio de Couros. Em 1542 o "Tombo dos Bens e Direitos da Mesa Mestral", com data de 6 de Maio, por Pedro Álvares, é perfeitamente claro relativamente a esta designação de rio Tomar, ainda em uso na época.
Amorim Rosa fala de registos históricos de grandes cheias em 1550, na segunda metade do século XVII, no final do século XVIII, em 1852 e em 1909.
Estátua de Fernando Lopes Graça e Fernando Araújo Ferreira, em Conversa Amena


Fernando Lopes Graça

Fernando Lopes- Graça, nasceu na cidade de Tomar a 17 de Dezembro de 1906 e faleceu em Parede, Cascais, a 27 de Novembro de 1994.

Considerado um dos maiores compositores do século XX, Fernando Lopes -Graça, cedo começou a trabalhar como pianista no Cine- Teatro de Tomar, sendo ele próprio que elaborava os arranjos que interpretava.

Mais tarde fundou em Tomar o Semanário Republicano " A Acção", e, devido à sua oposição ao regime político, foi preso e desterrado em Alpiarça. Foi militante do PCP, onde recebeu rasgados elogios numa homenagem dirigida por Jerónimo de Sousa.



Até à data Fernando Lopes- Graça recebeu imensas homenagens, concursos de música a si dedicados e locais onde constam o seu nome.

Tomar tem uma rua com o seu nome, tem ainda a estátua onde está ladeado com o seu amigo Nini Ferreira, tem o Auditório e brevemente na casa que o viu nascer, será inaugurada a Casa Museu. Em Parede conta com uma Escola Secundária, em Palmela (Cascais) um Auditório, o primeiro ao ar livre em Portugal e um dos maiores da Europa e tem ainda no Centro Cultural de Belém a sala 14, em sua homenagem.



Fernando Araújo Ferreira



 Fernando Araújo Ferreira, conhecido também por Nini Ferreira, nasceu em Tomar a 29 de Outubro de 1912 e faleceu a 6 de Novembro de 1998. Licenciado em farmácia, foi ecologista, escritor, jornalista distinto e poeta inspirado.



Os seus escritos são indispensáveis para se conhecer a história, a tradição e o pulsar das gentes de Tomar.



A Festa dos Tabuleiros muito lhe deve em dedicação e incentivo.

Brevemente, estará patente num dos locais de cultura de Tomar uma exposição a ele relativa.

 

Tomar, cidade dos Templários

O Mouchão de Tomar, é uma pequena ilhota no rio Nabão. É ajardinada e dotada  de grandes plátanos, pelo que se torna um local muito aprazível para passear, principalmente no Verão, desfrutando do fresco do rio e das belas sombras, do arvoredo. É dotado de duas pontes de acesso, tendo na principal uma roda gigante que movida pelas águas do rio, alimenta parte do jardim. O Mouchão é dotado de vários arruamentos e ao fundo, junto ao rio está instalada a Estalagem de Santa Iria. Tem ainda a funcionar em época de Verão, o aluguer de barcos de recreio, para pequenos passeios pelo rio Nabão.

Tomar, cidade dos Templários

A Roda do Mouchão é composta de alcatruzes de barro com capacidade de cinco litros cada. Diz-se que a capacidade de movimentação de água desta Roda é de 750 hectolitros por hora.
A Roda do Mouchão foi construída por decisão camarária no ano de 1976. Esta Roda contém um minucioso trabalho de carpintaria e é constituída por madeira de pinho e de carvalho e dela fazem parte diversas peças com nomes técnicos como “eixo”, “os braços”, “o fecho-real”, “os contra-fechos”, “a grade”, “a boneca”, “os travessões das grades”, “os raios”, “os travessões dos raios”, “as penas”, “as cintas”, “palmetas dos raios”, “tornos” e os “alcatruzes”, estes últimos são feitos de barro e têm uma capacidade de cinco litros cada. A água que faz rodar esta Roda, provêm de sete principais açudes, três ficam na zona nascente da cidade, dois a jusante e outros dois dentro da cidade

Tomar, cidade dos Templários

Tomar, cidade dos Templários

Tomar, cidade dos Templários

A Igreja de Santa Maria dos Olivais, também conhecida como Igreja de Santa Maria do Olival, situa-se na cidade de Tomar, na margem esquerda do Rio Nabão. O templo, cuja fundação remonta ao século XII, foi a sede da Ordem do Templo em Portugal, tendo servido como panteão dos mestres templários. Após a extinção desta ordem, a igreja tornou-se a cabeça da nova Ordem de Cristo, tornando-se na matriz de todas as igrejas do Império Português, com honras de Sé Catedral. Este templo, Monumento Nacional desde 1910, é um dos exemplares mais emblemáticos da arte gótica em Portugal, tendo servido de modelo às igrejas de três naves construídas até ao período manuelino.

Tomar, cidade dos Templários

Tomar, cidade dos Templários

Ermida de N. Senhora da Piedade

Ermida da Senhora do Monte mandada edificar pelo Alcaide de Óbidos no século XIV.
Ao portal em ogiva acede-se por uma galilé alpendrada.
Foi restaurada e modificada em 1613 pelo juiz do povo Bernardo Ortiz Ochoa.
Os azulejos azuis e brancos enxaquetados são século XVII, e o terraço e a escadaria de meados do século XIX.

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Tomar, cidade dos Templários

Tomar, cidade dos Templários

Tomar, cidade dos Templários

Tomar, cidade dos Templários

Tomar, cidade dos Templários

sábado, 10 de dezembro de 2011

Tomar, cidade dos Templários

Tomar, cidade dos Templários


Cidade localizada nas margens do rio Nabão, pertencente ao distrito de Santarém na província do Ribatejo, com uma área de 351 km2 e 41.537 habitantes, foi conquistada ao Mouros por D. Afonso Henriques em 1147 sendo depois doada por este monarca aos Templários em 1159. D Gualdim Pais concedeu-lhe foral em 1162.

Com a extinção da Ordem do Templo em 1312 por decisão do Papa Clemente V, que queria ver os templários banidos da Europa, foi fundada a Ordem de Militar de Cristo. Devido à necessidade de defender a fronteira algarvia, a sede desta Ordem transferiu-se para Castro Marim; 37 anos depois, voltou a fixar-se em Tomar mais concretamente no seu castelo.
Assim Tomar viria a ser o centro originador e principal sustentador da epopeia dos Descobrimentos. O Infante D. Henrique, nomeado pelo Papa como Regedor da Ordem de Cristo, viria a instalar-se no castelo de Tomar.

Foi elevada à categoria de cidade em 1844, tendo sido visitada pela Rainha D. Maria II no ano seguinte.

Tomar é hoje conhecida não só pelos seus monumentos fabulosos, dos quais se destaca o Convento de Cristo, mas também pelas suas potencialidades turísticas que proporciona a visita de inúmeras edificações históricas, relíquias arqueológicas, passeios pelos seus frondosos e frescos jardins e também ao longo do rio Nabão. Veja primeiro aqui, visite Tomar depois...